O chefe da Proteção Civil italiana, Franco Gabrielli, declarou que "esse caso não deve ser considerado como o exemplo da ineficiência desse país". Participando da manifestação de Legambiente, Gabrielli, que foi nomeado pelo governo Comissário para a Emergência do Costa Concordia, explicou que a Proteção Civil "não ficou sem fazer nada" e ressaltou como as operações de resgate são realizadas por uma empresa privada e por isso o contribuinte italiano "não gastou um centavo, mesmo sendo uma operação nunca realizada antes".
O transatlântico de luxo Costa Concordia, de 290 metros de largura e 70 metros de altura, naufragou no dia 13 de janeiro de 2012, após uma colisão contra rochas próximas à Isola del Giglio, provocando a morte de 32 pessoas das 4.229 pessoas que estavam a bordo. O ex-capitão Francesco Schettino está sendo processado por homicídio culposo múltiplo, abandono do navio, naufrágio e por não ter informado imediatamente às autoridades portuárias sobre a colisão.
Ansa