O fiscal-geral interino do Ministério Público da Bolívia, o equivalente a procurador-geral em exercício, Roberto Ramírez, também sinalizou que a instituição pode engrossar a lista de autoridades que querem explicações do governo do Brasil sobre a saída do parlamentar de oposição do território boliviano. Ele explicou que representantes do órgão analisam o caso para identificar quais as providências podem ser adotadas.
Mesmo diante das cobranças ao Brasil, o ministro da Presidência da Bolívia reforçou o discurso de outros representantes do governo boliviano, de que a relação bilateral dos países não será afetada. Anteriormente, a ministra da Comunicação boliviana, Amanda Dávila, disse que as relações entre a Bolívia e o Brasil serão mantidas em situação de absoluta cordialidade e respeito. Molina deverá conceder entrevista no início da tarde de amanhã, no Senado.
Agência Brasil