Neste caso, um precedente é frequentemente mencionado: os ataques aéreos do ocidente em 1999 contra as forças sérvias no Kosovo, apesar da ausência de um mandato da ONU, ao qual se opôs a Rússia. A secretária de Estado americano, Madeleine Albright, defendeu na ocasião o caráter "legítimo", se não "legal", da intervenção.
Se os ocidentais decidirem não lançar uma operação militar, eles poderiam simplesmente aumentar o seu apoio às forças rebeldes sírias, mas essa opção minimalista não enviaria uma forte mensagem a Bashar al-Assad, de acordo com especialistas.
A escola de uma outra opção -estabelecimento de uma zona de exclusão aérea ou de corredores humanitários, operações de destruição de estoques de armas químicas- é considerada pouco provável em razão da complexidade de sua implementação.
A reação ocidental "será decidida nos próximos dias", declarou nesta segunda-feira Laurent Fabius, chefe da diplomacia francesa.
Qualquer que seja a opção adotada, o regime sírio está pronto para "enfrentar qualquer cenário", advertiu um alto responsável dos serviços de segurança.
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